junho 18

30º Festa Caipira CDA- 2014

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junho 18

30º Festa Caipira CDA – 2014

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A 30º Festa Caipira do CDA 2014

Aconteceu no dia 07/06/2014 a 24º Festa Caipira CDA – 2014, durante o horário das 18:00 até 21:00 a diretora Teruko Massago fez a abertura agradecendo todos os convidados, a coordenação, corpo docente e funcionários que auxiliaram na concretização da festa. A Professora Carine fez o cerimonial, a participação direta da coordenação e do corpo docente, principalmente na decoração e no preparo dos aperitivos, aonde os alunos do 9º Ano do Ensino Fundamental II e 3ª Série do Ensino Médio fizeram a barraca de doces e Cachorro-quente para arrecadar recursos para a formatura. Tendo a presença de pais e responsáveis de todos os ensinos da escola para assistir as danças de seus filhos e dos outros anos, sendo que a primeira apresentação foi do Maternal, Nível I e Nível II com a música “Sanfoneiro só toca isso” ensaiadas pela Professora de Dança Rafaela, Flávia, Liliane e Érica, em seguida o 1º Ano e 2º Ano com a música “Dança quadrilha forrozeada” ensaiadas pela Professora Rafaela, Carine e Gislany, e na sequência foi à apresentação das turmas do 3º, 4º e 5º anos com a música “Dança forró caipira” ensaiadas pela professora Rafaela, Valdeli, Renata e Joeline.  As turmas do Ensino Fundamental II apresentaram após a um intervalo com os alunos dos anos 6º, 7º, 8º e 9º a Tradicional Quadrilha e um Modão, já o Ensino Médio teve uma apresentação com a Quadrilha Maluca aonde eles misturavam vários estilos de danças e músicas ensaiadas pelos professores Silmara, Selma, George, Edgar, João Bosco, Rosana e outros que deram todo o apoio.

 

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maio 27

Comemoração do Dia das Mães no CDA 2014

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História do Dia das Mães

Origens da comemoração na Grécia, Roma, Inglaterra, Estados Unidos, significados, oficialização da data, tradição da entrega de presentes, comercialização desta data comemorativa

 

No Brasil, o Dia das mães é comemorado sempre no segundo domingo de maio (de acordo com decreto assinado em 1932 pelo presidente Getúlio Vargas). É uma data especial, pois as mães recebem presentes e lembranças de seus filhos. Já se tornou uma tradição esta data comemorativa. Vamos entender um pouco mais sobre a história do Dia das Mães.

 

História do Dia das Mães

 

Encontramos na Grécia Antiga os primeiros indícios de comemoração desta data. Os gregos prestavam homenagens a deusa Reia, mãe comum de todos os seres. Neste dia, os  gregos faziam ofertas, oferecendo presentes, além de prestarem  homenagens à deusa.

 

Os romanos, que também eram politeístas e seguiam uma religião muita parecida com a grega, faziam este tipo de celebração. Em Roma, durava cerca de 3 dias ( entre 15 a 18 de março). Também eram realizadas festas em homenagem a Cibele,  mãe dos deuses.

 

Porém, a comemoração tomou um caráter cristão somente nos primórdios do cristianismo. Era uma celebração realizada  em homenagem a Virgem Maria, a mãe de Jesus.

 

Mas uma comemoração mais semelhante a dos dias atuais podemos encontrar na Inglaterra do século XVII. Era o “Domingo das Mães”.  Durante as missas, os filhos entregavam presentes para suas mães. Aqueles filhos que trabalhavam longe de casa, ganhavam o dia para poderem visitar suas mães. Portanto, era um dia destinado a visitar as mães e dar presentes, muito parecido com que fazemos atualmente.

 

Nos Estados Unidos, a ideia de criar uma data em homenagem às mães foi proposta, em 1904, por Anna Jarvis. A ideia de Anna era criar uma data em homenagem a sua mãe que havia sido um exemplo de mulher, pois havia prestado serviços comunitários durante a Guerra Civil Americana. Seus pedidos e sua campanha deram certo e a data foi oficializada, em 1914, pelo Congresso Norte-Americano. A lei, que declarou o Dia das Mães como festa nacional,  foi aprovada pelo presidente Woodrow Wilson. Após esta iniciativa, muitos outros países seguiram o exemplo e incluíram a data no calendário.

 

Após estes eventos, a data espalhou-se pelo mundo todo, porém ganhando um caráter comercial. A essência da data estava sendo esquecida e foco passou a ser a compra de presentes, ditado pelas lojas como objetivos meramente comerciais. Este fato desagradou Anna Jarvis, que estava muito desapontada em ver que o caráter de solidariedade e amor da data estavam se perdendo. Ela tentou modificar tudo isso. Em 1923, liderou uma campanha contra a comercialização desta data. Embora com muita repercussão, a campanha pouco conseguiu mudar.

dia das maes matutino
dia das maes vespertino
maio 27

Homenagem a José Bento “Monteiro Lobato”

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Peça teatral encenada pelos alunos do 4º e 5º ano do fundamental I

“Um país se faz com homens e livros”

Monteiro Lobato

José Bento Monteiro Lobato nasceu a 18 de abril de 1882 —mas jurava de pé junto ter nascido em 1884— na cidade de Taubaté.

Filho do fazendeiro José Bento Marcondes Lobato e de dona Olímpia Augusta Monteiro Lobato, ele foi, além de inventor e maior escritor da literatura infanto-juvenil brasileira, um dos personagens mais interessantes da história recente desse país.

Cético, tinha como um de seus ditos preferidos o de “não acreditar em nada por achar tudo muito duvidoso”. Porém, contrariando sua frase predileta, acreditou em muitas coisas durante sua vida e uma delas foi a indústria brasileira do livro, fundando, em 1918, a “Monteiro Lobato e Cia”, a primeira editora brasileira.
Antes de Lobato todos os livros eram impressos em Portugal; com ele inicia-se o movimento editorial brasileiro.

Em 1917, Lobato publicou o contundente artigo “Paranóia ou Mistificação?”, no qual criticou uma exposição de Anita Malfatti e a influência dos “futurismos” nas obras da artista. Para ele, cada arte, como as ciências, tem suas leis (proporção, simetria etc.), e Malfatti era excelente artista quando as cumpria, tinha um “talento vigoroso, fora do comum”, porém, o escritor não gostava quando a artista se deixava seduzir pelas vanguardas européias, assumindo, segundo ele, “uma atitude estética forçada no sentido das extravagâncias de Picasso & Cia.”.

Em 1926, ao comentar, no Diário da Noite, o lançamento de um livro de Oswald de Andrade, escreveu: “apareceu em São Paulo como o fruto da displicência dum rapaz rico (…): Oswaldo de Andrade”.

Em seguida a este artigo, Mário de Andrade publicou um artigo no jornal “A Manhã” no qual decretou a morte de Monteiro Lobato, porém, na década de 30, Lobato, Mário e Oswald fizeram as pazes e ele chegou a defender Mário em carta enviada a Flávio Campos na qual afirmava que “Mário, pelo seu talento no analismo criticista, tem direito a tudo, até de meter o pau em você e em mim”.

Jeca Tatu em charge feita por Belmonte

Nos anos seguintes, Lobato publicou seus primeiros livros: “Urupês”, “Cidades Mortas” e “Negrinha”. Segundo Marisa Lajolo, Lobato nestes livros traz o melhor de sua literatura, principalmente em “Urupês” e “Negrinha”, nos quais, segundo ela, “comparecem os diferentes brasis que até hoje, sob diferentes formas, assombram as esquinas da nossa história. Os contos contam do trabalho do menor, do parasitismo da burocracia, da violência contra negros, imigrantes e mulheres, da empáfia dos que mandam, do crescimento desordenado das cidades, da degradação progressiva da vida interiorana; enfim, os contos contam do preço alto do surto de modernidade autofágica que desemboca na crise de 30.”
Os dois livros mostram a “aguda sintonia de Lobato com um tempo que reclamava novas linguagens” e marcam a vigorosa entrada no mundo literário brasileiro de um grande escritor que, segundo ele mesmo disse, “talento não pede passagem, impõe-se ao mundo”.

Logo depois ao glorioso início da carreira literária, Lobato viajou para os Estados Unidos, voltando somente em 1931. Lá enfrentou sérios problemas. Seu livro “O Presidente Negro e o Choque de Raças” —uma história que narra a vitória de um candidato negro à Presidência dos EUA— não foi muito aceito e acabou por custar-lhe grandes desgostos, mas aqui, sempre foi um ardoroso defensor daquele país, chegando a afirmar, em carta enviada a Érico Veríssimo, que considerava os “Estados Unidos como uma dessas famosas composições musicais que são impostas a todos os grandes executantes a fim de tirar a prova dos noves fora do seu valor real, a rapsódia húngara de Lizt (sic), certas fugas de Bach”.

Nessa mesma carta, ao comentar o novo livro de Érico, Lobato afirmou: “Escrever bem é mijar. É deixar que o pensamento flua com o à vontade da mijada feliz.”

Quando regressou ao Brasil, em 31, Lobato chegou com mais uma crença: acreditava piamente nas riquezas naturais do país e na sua capacidade de produzir petróleo.

Charge feita por Belmonte, na qual Lobato faz uma “Campanha” pelo petróleo no Brasil


Sofreu por isso. Foi um dos maiores defensores de uma política que entregasse à iniciativa privada a extração do petróleo em solo brasileiro. Chegou a remeter uma carta ao presidente Getúlio Vargas na qual denunciava o interesse estrangeiro em negar a existência do “ouro negro” no Brasil e acabou detido no presídio Tiradentes de onde ele enviaria a seus amigos em todo o país cópias da carta que Getúlio considerara “ofensiva”.

Monteiro Lobato seria preso novamente pelo mesmo motivo em 1941. Esta luta pelo petróleo acabaria por deixá-lo pobre, doente e desgostoso.

Foi também um dos mais fervorosos adeptos do “georgismo” (jornalista e economista norte-americano Henry George que propôs o imposto único sobre o valor da terra, conforme teoria exposta em seu livro “Progress and Poverty”, publicado em 1879). No ano de 1948 publicou pela editora Brasiliense um folheto intitulado “O Imposto Único”, no qual Lobato sintetizava a “maravilhosa solução” proposta pelo teórico norte-americano.

Grande parte da literatura de Monteiro Lobato sempre foi direcionada aos leitores pequeninos. Produziu durante toda sua carreira literária 26 títulos destinados ao público infantil. É um dos mais importantes escritores da literatura infanto-juvenil da América Latina e também do mundo.
Sua obra completa foi , em 1946, publicada pela Editora Brasiliense. Esta edição foi preparada e reformulada pelo próprio Monteiro Lobato, o qual, inclusive, reviu diversos de seus livros infantis.

Sua genialidade foi sempre à frente de seu tempo, pois se Laura Esquivel é atualmente famosa pelo seu “Como Água para Chocolate”, onde faz da culinária um arte revolucionária dentro da sua literatura, Lobato, por sua vez, e muito antes de Esquivel, tem uma passagem genial na qual inventa livros comestíveis para serem devorados pelos leitores e uma outra onde Narizinho e Pedrinho perdem-se na floresta e, para não morrerem de fome, cortam uma palmeira e comem palmito com mel. Prato moderníssimo.

Também foi um defensor do cinema, de Walt Disney e da frenética velocidade da vida e da cultura norte-americana. Segundo ele “a velocidade no transporte do pensamento” dessa cultura e seus “maravilhosos espetáculos da arte muda” são “uma lição de moral que, se fora aceita, tiraria ao Rio o seu aspecto de açougue do crime passional. O cinema americano ensina o perdão…”

Progressista inveterado, Lobato escreveu certa vez a respeito daqueles que são contrários às coisas novas a seguinte frase: “O grande erro dessa casta de homens é confundir corrupção com evolução. Condenam as formas novas de vida, que se vão determinando em conseqüência do natural progresso humano, em nome das formas revelhas. Logicamente, para eles, o homem é a corrupção do macaco; o automóvel é a corrupção do carro de boi; o telefone é a corrupção do moço de recados”.

Monteiro Lobato morreu, vitimado por um derrame, às 4 horas da madrugada do dia 4 de julho de 1948, deixando um legado de personagens que ficarão para sempre impregnados nas retinas de todos aqueles que tiveram e que terão contato com as histórias do Jeca Tatu, do Saci, da Cuca, da boneca Emília, do Visconde de Sabugosa, da Narizinho, do Pedrinho, da Tia Nastácia, da Dona Benta, entre outros tantos que habitam as obras deste que foi conhecido como “O Furacão da Botocúndia”.

 Fonte Renato Roschel do Banco de Dados

 

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maio 27

Acompanhamento do Eclipse Lunar CDA 2014 alunos do Fundamental II e Ensino Médio

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Eclipse lunar é um fenômeno astronômico que ocorre quando a Lua é ocultada totalmente ou parcialmente pela sombra da Terra, em geral, sendo visível a olho nu . Isto ocorre sempre que o Sol, a Terra e a Lua se encontram próximos ou em perfeito alinhamento, estando a Terra no meio destes outros dois corpos2 . É como se fosse um eclipse solar porém a Terra encobre a lua nesse caso.

Por isso o eclipse lunar só pode ocorrer quando coincidem a fase de Lua cheia e a passagem dela pelo seu nodo orbital. Este último evento também é responsável pelo tipo e duração do eclipse.

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maio 19

DETRAN MS Apresentação de conduta no trânsito

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“VOLTA AS AULAS”, FOI O TEMA DA PALESTRA APRESENTADA PELOS TÉCNICOS DO DETRAN/ MS, A QUAL  DESENVOLVEU DE UMA FORMA  LÚCIDA, DINÂMICA  ENVOLVENDO  TODOS OS ALUNOS, OS QUAIS PARTICIPARAM E  APLICARAM  SEUS CONHECIMENTOS.

A APRESENTAÇÃO OCORREU EM DOIS MOMENTOS NO PERÍODO MATUTINO E VESPERTINO COM SORTEIO DE PRÊMIOS (BOLA E REDE DE VOLEIBOL)  PARA AS EQUIPES VENCEDORES.

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maio 19

Brincando o Carnaval CDA 2014 – Educação Infantil e Fundamental I

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O carnaval chegou ao Brasil através das festas que ocorriam na Europa, principalmente na Itália e na França, no século XVII. As fantasias de pierrô e de colombina foram logo incorporadas ao carnaval brasileiro.

No início as festas de carnaval aconteciam nas ruas, com desfiles de fantasias depois, passaram a ser realizadas nos clubes, onde eram tocadas as marchas, os sambas e os frevos preparados para os festejos.

Hoje algumas cidades se destacam nas festas de carnaval. No Rio de Janeiro são os desfiles das escolas de samba, em Salvador são os trios elétricos que tomam conta das ruas da cidade, no Recife o bloco “O Galo da Madrugada” que sai às ruas no sábado de carnaval, pelo centro da cidade e já entrou para o livro dos recordes, como o maior bloco de carnaval do mundo. Em Olinda, os bonecos gigantes desfilam pelas ladeiras da cidade Patrimônio da Humanidade.

As manifestações mais populares do Carnaval são os bailes de máscaras e desfiles carnavalescos. O mais popular desfile de carnaval acontece no Rio de Janeiro, na marquês de Sapucaí, onde ocorre o desfile tradicional das escolas de samba.

O Colégio Carlos Drummond de Andrade comemorou essa data festiva com os alunos do vespertino com muita alegria.

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